17 setembro 2014

Um - depois de 3 dias de praxe

Hoje foi o meu terceiro dia de praxe na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Até agora está a ser muito mais "leve" do que eu esperava. Depois de tudo o que aconteceu (toda agente sabe das histórias e por isso nem sequer menciono nada explícito) acho que os doutores e veteranos ficaram com "medo" de fazer certas coisas e por isso é tudo mais calmo.
Até agora só tenho uma queixa e está relacionada com a quantidade absurda de tempo que passamos de pé. Hoje os meus joelhos chegaram ao limite e por isso não vou poder ir ao sarau já que íamos a pé para a Sé do Porto e depois de volta para casa. Eu se fosse amanhã não ia poder sequer levantar-me da cama com as dores. Prefiro deixar passar esta atividade e amanhã estar nas condições físicas mínimas para ser capaz de participar nos jogos tradicionais que vamos jogar. Tenho pena de não ir porque gostava de ouvir as tunas antes de decidir se quero aparecer num ensaio da tuna feminina e porque depois de tanto ensaiar as saudações e a música (esta foi pouco ensaiada) não vou pôr em prática o que aprendi. Sei que surgirão outras oportunidades e por essa razão não lamento muito não ir ao sarau.
No que diz respeito às pessoas que conheci até agora não tenho razão de queixa. Há um pouco de tudo: altos, baixos, com ou sem óculos, extrovertidos e tímidos mas parecem ser todos pessoas com as quais vai ser bom passar estes anos tão importantes das nossas vidas (isto foi um momento ternurento e agora é tudo muito lindo mas é provável que daqui a uns tempos já haja discussões e desentendimentos entre alguns de nós e sei que muitos daqui a umas semanas já nem falam para determinadas pessoas).
Quanto aos doutores e veteranos não há muito a dizer. Até agora parecem pessoas razoáveis com quem se pode falar. Não têm problemas em responder às perguntas que os caloiros lhes fazem (até ver) e só posso referir um ponto negativo que é a quantidade estupidamente grande de palavrões que aquela multidão de negro é capaz de inserir numa frase. Sempre ouvi dizer que no Porto as pessoas tendem a dizer muito asneiredo mas eles usam e abusam dos palavrões.
Amanhã lá vou eu outra vez mas não às 8 da manhã como nestes três dias porque ando a dormir 5/6 horas por noite e hoje o cansaço bateu forte e estou "toda partida". Amanhã só volto a pensar em praxe às 15 horas.

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